terça-feira, 20 de setembro de 2011

Os dois lados da moeda chamada Web

Há 20 anos, ninguém poderia imaginar que a criação de Tim Berners-Lee iria mudar o mundo de forma tão radical. Uns estranharam, outros ficaram fascinados e outros até acharam que seria um modismo, coisa rápida que logo chegaria ao seu fim. Estavam errados. A Internet, ferramenta que possibilita a Web, ficou tão forte em tão pouco tempo de vida - apenas 20 anos - que foi uma das principais responsáveis por mudanças culturais, comportamentais, sociais e políticas.

Os primórdios do que conhecemos hoje como Internet foi desenvolvido para o compartilhamento de informações militares e educacionais entre universidades. Assim, as bases que estavam separdas por milhares de quilômetros tinham acesso à informações importantes que precisavam ser compartilhadas. Com o passar do tempo, ocorreu um desenvolvimento - algo óbvio quando estamos falando de tecnologia -e a Internet deixou de ser apenas o meio para compartilhamento de informações militares e universitárias. Surgia a Web e a interatividade entre os cidadãos comuns.


O site The Well é considerada a primeira página virtual de interatividade. Foi o site precursou dos chamdos fóruns. Qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo poderia acessar de seu computador um endereço eletrônico e compartilhar com internautas do mundo todo as informações desejadas.Quem há pouco mais de vinte anos poderia imaginar tamanha revolução? Somente os mais sonhadores-inovadores que eram chamdos de loucos ou conhecidos - já peço perdão pelo termo utilizado - como os CDF's do computador.


Um desses sonhadores-inovadores se chamava Bill Gates. O jovem norte-americano percebeu que poderia lucrar com o desenvolvimento de softwares para homens que tinham o lançamento de foguetes como hobby. Muitos não acreditaram na ideia do jovem Gates de vender softwares, e hojem percebem que perderam uma grande chance de mudarem suas condições financeiras com a informática. Bill Gates - figura de muita polêmica devido à práticas consideradas nada honestas - ainda lucraria muito com o seu Internet Explorer, uma ferramenta que já vinha instalada em PC's e permitia o acesso à Web.


Mas como tudo que existe no mundo, a Web possui um lado bom e outro considerado por muitos não tão bom assim. Tim Berners-Lee acreditava que sua criação seria um espaço democrático para o compartilhamento de informações entre pessoas do mundo todo. De fato, ele estava certo. Mas algumas pessoas perceberam nisso a possibilidade de lucrar alto. Por esse ponto de vista, fica claro que o provlrma não é a ferreamenta, mas quem a utiliza. Sites como o Huffington Post simplesmente lucrar quantidades absurdas nõa trazendo nada de inovador. Apenas faz uma seleção de notícias de que estão em outros portais e as copia. Podem até classificar como democratização da informação, mas, na verdade, está mais para copiar-colar da informação. E o que dizer de serviços musicais prestados pela Internet? A banda de Metallica, considerada por muitos como o maior nome do Heavy Metal, travou uma batalha épicia, e não menos cômica, contra o Napster, site que compartilhava gratuitamente músicas de diversos artistas. À época, o baterista da banda Lars Ulrich afirmou que processaria todos os usuários do Napster em todo o mundo que tivessem feito download das músicas do Metallica.


As últimas criações que revolucionaram o mundo da Web foram as redes sociais. Mark Zukerberg jamais imaginaria que sua rede social criada nos alojamentos de Harvard iria, anos depois, ser uma das mais importantes ferramentas dos movimentos sociais que resultaram na queda de vários líderes teianos no mundo árabe.


Duas coisas ficam claras: a primeira é que não sabemos qual o verdadeiro poder que a Web tem; a segunda é que também não sabemos o que ela reserva para o nosso futuro.

Povo Egípcio comemora a queda de Hosni Mubarak após 30 anos de poder.




Crédito da Imagem:
viafanzine.jor.br
 
Rebeldes líbios comemoras após tomarem o poder das mãoes de Muamar Khadafi.






Crédito da Imagem: exame.abril.com.br

 
Trailer de filme - A rede social - que conta a história da criação do Facebook

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Repórter CBN no UniBH

Nesta segunda-feira, 12 de setembro, a Rádio CBN transmitiu diretamente do Campus Diamantina do UniBH, o Repórter CBN. Com apresentação do âncora  Marcelo Guedes, o programa ainda contava com outros seis profissionais responsáveis pela produção e parte técnica. Entre participações ao vivo, como Cláudia Pires e Bruno Burgarelli que falaram, respectivamente, de projetos urbanísticos e direito do consumidor, participações por telefone ou matérias gravadas sobre os mais variados assuntos, os alunos de jornalismo do UniBH puderam acompanhar todo o processo de produção e execução de um programa jornalístico de rádio, o que antes era desconhecido pela maioria. Para Thalvanes Guimarães e Brenno Ferraz, estudantes do 4º e 6º período de jornalismo do turno da manhã, a experiência foi enriquecedora, pois os alunos puderam aprender na prática o que antes era somente teoria. Sair da sala de aula é muito importante, temos que ter esse contato bem próximo com a realidade da profissão da que escolhemos, disse Thalvanes. Para Brenno Ferraz, a iniciativa da Rádio CBN vir até a faculdade, se aproximando dos alunos, foi essencial para quebrar o preconceito que muitos têm quando o assunto é um programa jornalístico de rádio. “Muitos acham que programas como o Repórter CBN são chatos justamente por não conhecerem todo o trabalho de produção existente. Essa iniciativa, apesar de ser relativamente curta, é importante, pois está mudando a opinião dos futuros jornalistas que acompanharam o evento. Precisamos conhecer os bastidores da profissão”.
ANGELA CBN (mp3)   Audio Angela Raquel

segunda-feira, 5 de setembro de 2011