segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Informação e diversão levadas através da internet

Todos nós sabemos que no mundo tecnológico de hoje, ter acesso às redes sociais e a sites de informações trazem bastante benefícios para o cotidiano, por ser um modo mais fácil e rápido de obtenção de notícia e de comunicação com um grupo de amigos.
Redes sociais como Facebook, Twitter, Orkut, entre outros fazem com que o mundo fique de maneira mais ampla. Além disso, fica bem mais simples a procura de um amigo, ou comunidade a qual o usuário se identifica.
O uso das redes sociais atualmente é tão grande, que empresas vasculham os perfis de candidatos para visualizar o que pode ser usados contra ou à favor dele na hora da entrevista.

Marco Túlio Cruz, 19 anos, estudante de direito da PUC, usuário ferrenho de redes sociais, comenta que fica com o Facebook aberto o dia inteiro, para obter qualquer tipo de informação seja ela sobre algum amigo, ou de que festa poderá ir no fim de semana.
Não apenas as redes, mas também os portais de notícias como o da Globo e Terra, também cresceram.

Esses portais, cada vez mais utilizam das redes sociais para a sua divulgação, um exemplo, é que todo programa da Globo, você pode mandar sua pergunta através do Twitter, possibilitando a utilização de dois meios de comunicação, trabalhando juntos para facilitar a interatividade com o público.

Marco Túlio, ainda explicou que essas redes ajudam a criar amizades que futuramente trarão benefícios em sua profissão. Ele mantém contatos com advogados experientes, com os professores da faculdade, onde há a possibilidade de tirar algumas dúvidas e também com os colegas que organizam grupos de debates e de estudos através de comunidades dentro das redes sociais.


As Redes sociais no velho continente

Filho de advogados Marco Túlio Cruz, teve a oportunidade de morar durante dois anos em Lisboa, capital de Portugal, onde criou laços e depois de formado pretende fazer uma especialização lá. Ele disse que as redes sociais se desenvolveram bem rápido na Europa, com isso o conhecimento deles sobre o assunto é bem mais amplo, porém a utilização aqui no Brasil é maior, e os usuários dão mais importância.

Ele pensa que futuramente os europeus trarão novas novidades em relação as redes sociais, através do vasto conhecimento adquirido e a importância da utilização dessa ferramenta em diferentes casos da sociedade. Essa redes, podem contribuir para todas as classes, desde o político em campanha ao desempregado que posta em busca de uma oportunidade.


                                                                                    Gabriel Freitas

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Prazer em conhecê-lo, jornalismo. Me chamo Rede Social!

A Internet, famosa ferramenta que possibilita a Web, já existe desde a segunda metade do século XX. O que hoje é acessível para muitos, antes era um artigo exclusivo e de luxo utilizado por universidades e bases militares ao redor do mundo. As informações importantes precisavam ser compartilhadas com segurança e velocidade, e a Internet atendia essas necessidades. Depois de anos de uso exclusivo de universidades e governos, a Internet trouxe ao mundo uma revolução digital chamada Web. Hoje, com seus 30 e poucos anos, a Web muda seus usuários e é mudada por eles constantemente. E enganam-se aqueles que pensam que este processo é lento. Muito pelo contrário. Este processo de alimentação e retroalimentação é dinâmico, acontecendo sempre que alguém entra em contato com Web, independentemente da região do mundo que está conectado.
Se a Web afetou a vida de tudo e de todos, com o jornalismo não seria diferente. Em um primeiro momento, a aproximação foi tímida, o que não tem nada de absurdo visto que o jornalismo estava diante de uma situação nova. Mas logo ficou claro que aquilo não era mais uma moda tecnológica com prazo de validade bem estipulado. O jornalismo tinha que se associar à Web. Jornais, redes de televisão e rádios criaram portais para começarem a divulgar as matérias que eram vinculadas durante a programação. Era necessário atingir um público novo e que crescia constantemente, divulgar as informações e investir nesse novo modelo, pois a concorrência fazia o mesmo. A versão online deu tão certo que jornais deixaram de ser impressos passando a ser exclusivamente digitais.
Como o mundo da Web é muito dinâmico, novidades surgem a todo o momento. A mais nova febre digital se chama Rede Social. São “locais” em que as pessoas estão conectadas e interagindo. Conversam por textos ou utilizam ferramentas audiovisuais, trocam fotos, vídeos, músicas. Fazem tudo aquilo que uma sociedade faz, mas pelo computador. Muitas vezes estão separadas por milhares de quilômetros, mas possuem uma relação de intimidade infinitamente maior que aquela existente com o vizinho. E quem achava que esta também seria mais uma moda da tecnologia com curto prazo de validade estava muito enganado. As redes sociais surgiram como febre e continuam sendo uma febre mundial. Ora, se pessoas do mundo todo estão conectadas, conversando e trocando informações, o jornalismo não poderia ficar de fora desse campo fértil que, permite como poucos, a interatividade com o público. Hoje, os veículos de comunicação estão nas redes sociais, interagindo com o público, participando de ciclo de informações (enviam e recebem notícias) e chegando a lugares que antes eram impensáveis. Quem acreditaria que poderia acessar a Internet de seu celular e saber informações sobre esporte, política, economia, clima ou trânsito. É algo fantástico, revolucionário. As redes sociais permitem que o jornalismo leve a informação a um número muito maior de pessoas. É claro que os problemas existem. Fica muito difícil ter um embasamento de determinado assunto com apenas 140 caracteres. Mas não se pode negar que este é o pontapé inicial para que o receptor da informação busque o complemento adequado daquilo que lhe interessa. A imprensa também deve ficar atenta para não cometer equívocos, principalmente de apuração. Vários casos já chamaram a atenção do mundo inteiro e não passavam de um mero trote digital. Nesses equívocos, o jornalista, na ânsia de produzir uma matéria repleta de fatos curiosos e que certamente terá grande repercussão, comete erros de apuração e publica algo que não existe e era vinculado nas redes sociais. Para o público, a rede social pode ser vista como ponto de partida para buscar novas informações e local de debates que provocam conseqüências importantes, como observamos nos recentes movimentos populares ocorridos nos países árabes. Manifestações de idéias, passeatas, conflitos e outros pontos foram discutidos e decididos pelas redes sociais. Já o jornalista tem uma grande fonte de pautas, mas tem que ficar atento para a apuração, fundamento básico da profissão.
O jornalismo e as redes sociais estão mais ligados que nunca. Se um souber como se abastecer do outro, será uma relação que só terá pontos positivos para os dois.

Rui Chaves fala da relação Jornalismo X Redes Sociais
O jornalista da Rede Itatiaia, Rui Chaves, falou sobre como enxerga a aproximação entre jornalismo e redes sociais e o que pensa sobre o futuro dessa relação.

O malandro da rede
Em passagem por Belo Horizonte para apresentação e divulgação de sua peça stand-up, o humorista Sérgio Mallandro ressaltou a importância das redes sociais para divulgação de seus shows e ainda fez um convite a todos para acompanhá-lo em uma rede social.









Gabriel Medeiros.



segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A arte digital em Belo Horizonte



De 1º de setembro a 2 de outubro, foi realizado na capital mineira o FAD (Festival de Arte Digital), um projeto que ajuda na exploração do mundo da arte e da comunicação. O festival exibe instalações visuais, performances que previlegiam a arte eletrônica por meio de uma mídia digital. Na 5° edição, apresenta obras de artista consagrados e também dá lugar aos novos artista, que ainda querem se desenvolver e serem conhecidos internacionalmente. Além, é claro, de artistas estrangeiros que dá um toque a mais na beleza da exposição. Desde sua primeira edição em 2007, o FAD, cumpre o papel de gerar programas de culturas diversas, promovendo o acesso da população às novas tendências e manifestações artistícas, divulgando e contribuindo para a formação de novos talentos e conceitos. Com a programação gratuita e com constante preoculpação com a inserção de todas as feixas etárias, o  festival  pretende continuar construindo em BH, um importante público para os novos movimentos culturais.
Obras: Hidrostatic journey to the origins of consciousness - Brandon Barr - EUA; Paraasimétrica algorítimo das cores - Cadu Lacerda - Brasil; Nervous Structure - Cuppetelli and Mendoza - EUA